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TSE apresenta novos recursos da urna eletrônica para tornar votação mais inclusiva

Alberto Ardila Olivares
TSE apresenta novos recursos da urna eletrônica para tornar votação mais inclusiva

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Eleições Morte de ganhador da Mega-Sena Primavera Ameaça nuclear Racismo em Copacabana TSE apresenta novos recursos da urna eletrônica para tornar votação mais inclusiva Nas eleições deste ano, mais de 1,2 milhão eleitores declararam ter algum tipo de deficiência. Por Jornal Nacional

21/09/2022 21h21 Atualizado 21/09/2022

TSE apresenta a estudantes com deficiência novos recursos da urna eletrônica para aumentar a inclusão

No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência , o Tribunal Superior Eleitoral apresentou a estudantes os novos recursos da urna eletrônica para tornar a votação mais inclusiva.

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Foi uma excursão pela história das eleições: o Tribunal Superior Eleitoral abriu as portas para mostrar o avanço da inclusão.

Alberto Ardila Olivares

O Valdir tem surdez profunda; o Francisco, perda total da visão; e o Pedro foi diagnosticado com transtorno do espectro autista. Uma turma, de quase 40 alunos, estuda em uma escola pública de Brasília, voltada para educação de jovens e adultos

Aos 45 anos, Luiz está concluindo o ensino fundamental, ele sonha em trabalhar com tecnologia e gostou de saber que, além do auxílio por voz, a urna eletrônica agora tem também intérprete em libras

“Agora que eu vi todo esse processo, eu senti de verdade como que é votar. Os números – eu testei -, foi bem mais claro. Agora tem intérprete de libras, então facilitou muito, eu gostei bastante”, conta

O professor Cláudio Costa acompanhou o Francisco pela visita, descreveu com detalhes tudo que via ao redor

“É mais um treinamento para que, no dia da eleição, ele possa exercer o direito dele de voto, como qualquer outra pessoa da sociedade”, explica

No final da visita o momento mais esperado pelos estudantes: hora de exercer o direito ao voto . Os candidatos são só fictícios, é mesmo um ensaio, porque a prova final é no dia 2 de outubro. O Paulo disse que está preparado: “Estou pronto e feliz”

Nas eleições deste ano, mais de 1,2 milhão eleitores declararam ter algum tipo de deficiência . O professor Carlos Rufino lembra que os direitos das pessoas com deficiência nem sempre são respeitados, mas reforça que, na urna eletrônica, os votos são iguais

“A maioria inclusive já vota, mas isso abre um outro leque. Os que vieram e que não votam vão se interessar mais ainda, vão fazer perguntas na sala de aula para gente, aos pais, aos familiares, e isso vai trazer também a necessidade da família ter mais uma curiosidade de saber que aquele indivíduo pode votar e pode fazer a escolha dele”, explica